quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Soberania de Deus, uma doutrina humilhante e verdadeira. Romanos 9: 13. Como está escrito: Amei a Jacó, e odiei a Esaú. 14. Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum. Esse era o momento, uma ótima oportunidade para o Apóstolo Paulo explicar a "eleição com base na fé prevista". Isso iria esclarecer o questionamento e responder os opositores dos seus ensinamentos. Removeria toda possibilidade de acusação de injustiça da parte de Deus. Para muitos que simplificam a questão e não a compreendem ainda, aqui Paulo teria que usar mão do popular jargão: "Deus não faz acepção de pessoas". Contrariando todas as expectativas, Paulo sequer tenta responder tais questionamentos, ao contrário, questiona sua legitimidade, coloca o homem no seu devido lugar e encerra todas as coisas sob o domínio da soberania de Deus. Romanos 9: 19. Dir-me-ás então. Por que se queixa ele ainda? Pois, quem resiste à sua vontade? 20. Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim? 21. Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para uso honroso e outro para uso desonroso? Essas perguntas, divinamente inspiradas, deveriam silenciar todos os argumentos. Mas não é assim tão fácil que o homem aceita as coisas de Deus. Djalma Oliveira Santiago

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