Por Rô Moreira
Estamos vivenciando um deprimente momento de apostasia, onde alguns líderes usam de estratégia para o crescimento de suas igrejas com falácias de prosperidade mediante o ofertório nas polpudas contas bancárias de suas igrejas e associações. Criticam veementemente a condição da religião a ser seguida, falando que não as prega, mas não esquecem de dizer que só na igreja deles Deus cura, liberta e prospera.
Essa gente só pensa em dinheiro, pede ofertas de todas as formas possíveis e de maneira bem astuta. Não estão nem aí, para o título que carregam, alguns inclusive tentam mostrar ao povo que são mais importantes do que os outros e usam de codinomes similares ao nome pastor. Eles fingem seguir o Deus eterno, mas buscam as coisas imediatas deste mundo e não permite qualquer idéia de futuro, pois se não for agora não serve, tem que ter o valor imediato.
Disse Jesus: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Quanto à palavra igreja na definição de institucional ou assembléia de santos, percebe-se ser uma organização independente do povo que a compõe. Este não é o conceito bíblico de igreja. Jesus não morreu para estabelecer uma instituição, mas para salvar o povo do pecado e o seu Espírito habita num povo redimido.
A noiva de Jesus vive num paradoxo entre o estar no mundo e o não fazer parte dele. A grande maioria não sabe que a sua natureza é santa, viva, poderosa, separada, sem ruga e sem mácula, sem mistura, zelosa e de boas obras, purificada pelo fogo do Espírito Santo. A péssima compreensão está em não saber o sentindo real de ser igreja e seus valores. Sendo assim acabam vivendo sem nenhum referencial de Deus, perdendo o centro, a base de sustentação de sua vida, vendo a sua originalidade sucumbir pelo mundanismo e falsas promessas, se prostituindo com o inimigo se tornando vazia sem nada acima, nem embaixo, nem dentro e nem fora dela.
Os nascidos de Cristo devem acordar deste sono indolente no qual a maioria se encontra e voltar o primeiro amor, ao início de tudo. A igreja é a noiva do Cordeiro e deve ser amada e cuidada e não ser usada de forma contrária aos princípios da bíblia. Não devemos nos aquietar em vê a noiva entregue totalmente a desonra, devemos sim, nos levantar em oração, para que Deus possa intervir em favor daqueles que zelam por ela. Ela é o luzeiro do mundo.
Temos nós clamado pela igreja com perseverança? Temos colocado a noiva do Cordeiro a cada dia no altar?
Estamos vivenciando um deprimente momento de apostasia, onde alguns líderes usam de estratégia para o crescimento de suas igrejas com falácias de prosperidade mediante o ofertório nas polpudas contas bancárias de suas igrejas e associações. Criticam veementemente a condição da religião a ser seguida, falando que não as prega, mas não esquecem de dizer que só na igreja deles Deus cura, liberta e prospera.
Essa gente só pensa em dinheiro, pede ofertas de todas as formas possíveis e de maneira bem astuta. Não estão nem aí, para o título que carregam, alguns inclusive tentam mostrar ao povo que são mais importantes do que os outros e usam de codinomes similares ao nome pastor. Eles fingem seguir o Deus eterno, mas buscam as coisas imediatas deste mundo e não permite qualquer idéia de futuro, pois se não for agora não serve, tem que ter o valor imediato.
O que mais me chama atenção é que a Igreja Católica por muitos anos recebeu por parte dos evangélicos o título de prostituta, em referencia a passagem citada no livro do Apocalipse. Mas na atualidade percebemos que a pratica da prostituição que mais tem entristecido o povo de Deus, levando inclusive muitas pessoas a se afastarem das igrejas, está ocorrendo no próprio seio evangélico por questão de ganância.
Uma pena a grande massa não saber o verdadeiro significado da palavra igreja nos sentidos universal e instucional. Quando citada no sentido universal, a palavra igreja fala do povo que pertence a Cristo, uma sociedade capacitada pelo Espírito Santo e unida pela fé, que suportam os fardos uns dos outros, vivendo de forma disciplinada e com um relacionamento pessoal e responsável com Cristo.
Disse Jesus: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Quanto à palavra igreja na definição de institucional ou assembléia de santos, percebe-se ser uma organização independente do povo que a compõe. Este não é o conceito bíblico de igreja. Jesus não morreu para estabelecer uma instituição, mas para salvar o povo do pecado e o seu Espírito habita num povo redimido.
A noiva de Jesus vive num paradoxo entre o estar no mundo e o não fazer parte dele. A grande maioria não sabe que a sua natureza é santa, viva, poderosa, separada, sem ruga e sem mácula, sem mistura, zelosa e de boas obras, purificada pelo fogo do Espírito Santo. A péssima compreensão está em não saber o sentindo real de ser igreja e seus valores. Sendo assim acabam vivendo sem nenhum referencial de Deus, perdendo o centro, a base de sustentação de sua vida, vendo a sua originalidade sucumbir pelo mundanismo e falsas promessas, se prostituindo com o inimigo se tornando vazia sem nada acima, nem embaixo, nem dentro e nem fora dela.
Os nascidos de Cristo devem acordar deste sono indolente no qual a maioria se encontra e voltar o primeiro amor, ao início de tudo. A igreja é a noiva do Cordeiro e deve ser amada e cuidada e não ser usada de forma contrária aos princípios da bíblia. Não devemos nos aquietar em vê a noiva entregue totalmente a desonra, devemos sim, nos levantar em oração, para que Deus possa intervir em favor daqueles que zelam por ela. Ela é o luzeiro do mundo.
É necessário um despertamento da noiva, não há mais tempo, não se pode mais esperar. A pergunta que faço hoje a todos:
Temos nós clamado pela igreja com perseverança? Temos colocado a noiva do Cordeiro a cada dia no altar?

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